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Foto: Proyecto Patrimonio - 2023 | index | Autores

 

MIGUEL VICUÑA NAVARRO
( CHILE )

 

Miguel Vicuña Navarro (Santiago, Chile, 13 de agosto de 1948 – 1º de janeiro de 2023)

Professor de filosofia e literatura, tradutor, editor, ensaísta e poeta. Publicou Levadura del Azar (La Gaya Ciencia, Barcelona, ​​​​1980), Lengua de Cordero con Piel de Oveja (Sinfronteras, Santiago, 1986), Parábola Reversa (Semejanza, Santiago, 2004), Dicha Non Desdicha (GrilloM, Santiago, 2009), Suerte Sortija (Das Kapital, Santiago, 2015) e NUN (GrilloM, Santiago, 2019), todas obras de poesia. Foi editor-diretor da revista de crítica cultural Número Quebrado (Santiago, 19881990). É autor de El Accidente Pinochet (Sudamericana, Santiago, 1999), em colaboração com o poeta Armando Uribe Arce. Conversas Privadas (Quarto Propio, Santiago, 2004), em colaboração com Eduardo Vassallo e Armando Uribe Arce; Contingência do Chile (Ediciones de la Radio de la Universidad de Chile, 2017). Seus ensaios foram publicados em livros, revistas e jornais impressos e digitais. Referências à sua poética aparecem em ensaios de Clara Janés, Luis Bocaz, Enrique Lihn, Soledad Bianchi, Manuel Espinoza, Waldo Rojas, entre outros. 

 

NORTE - REVISTA HISPANO-AMERICANA. Quinta Época. NO. 555/556  Sept.- Dic. 202380 p. 
No. 10 942  Exemplar da biblioteca de Antonio Miranda

 

                       TEXTO ORIGINAL EM ESPANHOL

 

Bebo y bebo la leche de la muerte
en ánforas de humo y en la luna
veo vagar un sol perverso
y una
ilusa sola voz retumba inerte.

Pasa inmóvel la hora de esta suerte
lecho del río oscuro que me acuna
y el reverso del sueño con su uña
muerdo y remuerdo cada vez más fuerte

Y en la leche del sueño y en el humo
escribe mudo el sol la luz del río
extensa vacación por la que zumba

todo el silencio del azar y el zumo
terrenal ilusorio del vacío
que en el fondo resuena de esta tumba


TRADUÇÃO EM PORTUGUÊS

 

Bebo e bebo o leite da morte
em ânforas de fumaça e na lua

Vejo um sol perverso vagar e
uma voz única e iludida ressoa inerte.

A hora deste destino passa imóvel
o leito do rio escuro que me embala
e o reverso do sono com sua garra
mordo e roo com mais força a cada vez

E no leite do sono e na fumaça
o sol
escreve silenciosamente a luz do rio
umas vastas férias através das quais ressoa

todo o silêncio do acaso e o suco
terreno ilusório do vazio
que ressoa nas profundezas desta tumba

 

*
Página publicada em dezembro de 2025.


 

 

 
 
 
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